Meu nome é Katy.
Trinta e nove anos. Casada com Maurício há sete. Sem filhos. Moramos numa casa modesta com a mãe dele, que, graças a Deus, estava na casa da irmã numa cidade distante naquela quinta-feira.
Maurício sempre foi meu vício. Pau grosso, veias latejando sob a pele quente, o tipo de pau que me deixa babando só de lembrar. Nós dois sempre gostamos do proibido. Do escondido. Do que faz o coração bater mais forte do que a buceta.
Durante anos conversamos sobre swing, ménage, sobre ele me ver sendo usada por outro homem. Ele adorava a ideia. Eu… demorava. O desejo existia, mas o medo de cruzar a linha ainda pesava mais.
Até aquele dia.
Cheguei do trabalho mais cedo, o corpo já em brasa. Queria sentar no pau do meu marido e gozar até tremer. Abri a porta da sala e o encontrei no sofá com Luiz e Rodrigo, os dois amigos de sempre. Cerveja na mão, pornô no volume baixo, risadas baixas de quem já estava meio embriagado de tesão.
Algo dentro de mim quebrou.
Não gritei. Não chorei. Fiquei parada alguns segundos, olhando os três, e o desejo que eu vinha segurando por tanto tempo finalmente falou mais alto que qualquer vergonha.
— Ei, meu amor — disse, voz baixa, quase doce. — Você não queria ver a sua mulher dando pra outro? Então chegou a hora. Não pra um. Pra dois.
Apontei para Luiz e Rodrigo. Os dois ficaram imóveis, olhos arregalados. Maurício me olhou por um longo segundo. Depois apenas inclinou a cabeça. Um gesto simples. Um “sim” silencioso.
Eu fui até Luiz.
Sentei no colo dele de frente, abri as pernas sobre as coxas dele e beijei aquela boca que eu nunca tinha tocado. O gosto de cerveja e desejo. Rebolei devagar, sentindo o pau dele crescer sob o jeans grosso, duro, quente, latejando contra a minha calcinha já molhada. Tirei a camisa dele, passei as mãos pelo peito, pelos braços, pela barriga. Gemei no ouvido dele quando ele mordeu meu pescoço.
Quando olhei de novo, já estávamos nus. O pau de Luiz deslizava entre os lábios da minha buceta, esfregando o grelo inchado, deixando um rastro brilhante de porra e saliva. Rodrigo se levantou, abriu o zíper e empurrou o pau grosso na minha boca sem pedir licença. Enfiou fundo. Quase me engasguei. Lágrimas nos cantos dos olhos. Eu chupava com fome, babando, enquanto Luiz me segurava pelos quadris e me usava como se eu fosse só um buraco quente.
— Fica de quatro, vadia — ordenou Rodrigo, voz rouca. — Abre bem essas pernas. Vou chupar essa bucetinha enquanto o Luiz come esse teu cuzinho apertado.
Obedeci.
Fiquei de quatro no sofá. Rodrigo se deitou debaixo de mim e enfiou a língua na minha buceta, chupando, sugando, lambendo o grelo com a ponta da língua enquanto eu engolia o pau dele até a base. O 69 mais sujo e mais gostoso da minha vida. Luiz ficou de pé ao lado, masturbando o pau enorme, grosso, a cabeça já brilhando de pré-gozo.
— Vem, Luiz… — pedi, voz de puta. — Fode meu cu. Arregaça o cu dessa vadia. Quero sentir esse pauzudo me abrindo.
Ele cuspiu na mão, passou os dedos no meu cuzinho, abriu, e meteu.
Um empurrão só. Fundo. Sem piedade.
Eu gritei. Dor e prazer misturados tão forte que meu corpo inteiro tremeu. Rodrigo continuava chupando minha buceta, a língua no grelo, os dedos abrindo meus lábios. Luiz fodia meu cu com força, as mãos apertando minha bunda, me puxando contra ele a cada estocada. O som molhado, obsceno, enchendo a sala.
— Isso, cadela… — gemia Rodrigo. — Não para. Chupa esse pau. Vou gozar na sua boca, sua cachorra gostosa.
E gozou.
Leitinho quente, espesso, escorrendo pelos cantos da minha boca, pelo queixo, pingando no pescoço. Eu engolia o que conseguia, babava o resto, enquanto Luiz continuava arrombando meu cu.
Quando eu estava prestes a gozar, ele tirou o pau de dentro de mim.
— Ainda não — disse. — Você vai gozar com os dois te fodendo.
Me puxou pelo cabelo, me deitou de costas no sofá e se meteu embaixo de mim. Enfiou o pau grosso na minha buceta de uma vez só. Eu gritei de novo. Ele chupava meus seios, mordia os mamilos, enquanto eu rebolava desesperada. Rodrigo se aproximou por trás, cuspiu no meu cuzinho já aberto e meteu dois dedos fundo.
— Quer pau, cachorra? Quer? Vou foder esse cu delicioso até você não conseguir mais fechar.
E meteu.
Dois paus.
Um na buceta. Um no cu.
Me esticando, me abrindo, me destruindo.
Eu olhei para Maurício. Ele estava sentado na poltrona, pau na mão, batendo lento, olhos escuros, boca entreaberta. Eu sorri, suada, babada, com o cu e a buceta arrombados pelos amigos dele.
— Tá vendo, corno? — gemi alto. — Tá vendo a sua mulherzinha sendo fodida? Tá gostando, meu corninho? Olha como eu fico molhada sendo usada…
Maurício não respondeu. Só masturbava mais rápido.
Eu gozei.
Gozei tão forte que meu corpo inteiro convulsou. A buceta apertando o pau de Luiz, o cu sugando o de Rodrigo, gemidos altos, sem vergonha, sem controle. Depois de gozar, o grelo ficou tão sensível que doía. Pedi que eles gozassem na minha boca.
Me ajoelhei no chão da sala. Os dois se aproximaram. Eu abri a boca e eles enfiaram os paus juntos, me engasgando, me usando. Gozei de novo só de sentir a pressão, o gosto, o cheiro. Eles gozaram quase juntos. Porra quente na minha língua, no meu rosto, no meu cabelo, escorrendo pelos seios. Eu engolia, lambia, chupava o que sobrava, até os dois caírem no sofá, ofegantes.
Mas eu ainda não tinha terminado.
Fui até Maurício. Sentei no colo dele de frente, abri as pernas e empurrei a cabeça dele entre as minhas coxas.
— Chupa — ordenei. — Chupa a buceta que os seus amigos acabaram de foder.
Ele obedeceu. Língua quente, faminta, lambendo a bagunça, o gosto de outros homens, a minha porra misturada. Eu masturbava o pau dele enquanto ele me chupava. Quando ele gozou, gozei na minha boca, fundo, gemendo alto, me chamando de vadia, puta, cachorra, vagabunda. Eu engoli tudo. Até a última gota.
Depois fiquei ali, nua, suja, satisfeita, olhando os três homens na sala. O cheiro de sexo pesado no ar. O silêncio só quebrado pela respiração ainda ofegante.
E aí eu acordo.
Não sou casada.
Não me chamo Katy.
Não tenho trinta e nove anos nem um marido chamado Maurício.
Sou só uma mulher que escreve a fantasia que ainda não teve coragem de viver.
Mas hoje… hoje recebi a ligação de um homem que mora na minha rua. Um homem gostoso. Que tem dois amigos. Que me olha do jeito que eu sempre quis ser olhada.
Quem sabe, da próxima vez, a história não seja só um conto.
Quem sabe eu volte aqui e conte de verdade.
Até lá… gozem.
Gozem muito.
Porque é bom demais.
Beijos.
E uma chupada bem lenta, bem suja, bem no fundo da sua imaginação.