Marido pedindo para seduzir sua esposa

Faz muito tempo que publiquei meu único conto, vou compartilhar com vocês o que aconteceu recentemente
Sou técnico em informática na cidade de São Paulo, atendo vários clientes em domicílio. Há um tempo atrás, postei um comentário em um site adulto, que eu fazia este serviço, e que os maridos que quisessem que avaliasse sua esposa, eu poderia fazê-lo pessoalmente fingindo ir dar uma olhada no PC deles. Tudo em sigilo, bem discreto e seguro.

O marido entrou em contato e combinamos uma data, combinamos que se houvesse uma oportunidade, eu faria elogios para a esposa, nada vulgar, bem discreto.

Cheguei no condomínio, me apresentei como profissional de TI, deixei até cartões para ninguém desconfiar de nada. Subi para o apartamento, o marido me recebeu, me apresentou a esposa, uma mulher bonita, na faixa dos seus quase 50 anos, gordinha, seios fartos, não me deu muita confiança, me cumprimentou e logo sumiu.

Fiquei mexendo no PC e fazendo alguns testes esperando a esposa dele aparecer novamente. Quando ela passou pela sala o marido me perguntou se eu queria água ou café, aceitei o café, e o marido pediu pra esposa me trazer.
Quando ela se aproximou, eu olhei fixo e bem fundo nos olhos dela e agradeci. Ela ficou alguns segundos me olhando também, entendendo que aquilo era um jogo que havia acabado de começar, ela sumiu novamente, o marido estava todo nervoso, quase que não conseguia disfarçar nosso combinado. Ele me falava que ia chamar ela e eu falava pra não incomodar, ela já tinha percebido minha intenção, ele ficou curioso e mais eufórico, “como ela já percebeu?” Só porque uma pessoa é comportada, não é putaria, que ela não consiga perceber quando é desejada. A maioria das mulheres percebem e retribuem o flerte quando e como querem.

Às vezes a esposa voltava, dava uma olhada na sala, via o que estava passando na tv, ficava em pé de costas pra mim, na certeza de que eu a estava admirando, ela não se virava pra conferir, a safada sabia me provocar, de forma tão discreta que nem o marido que queria vê-la com outro percebeu.

Ficamos nesse joguinho durante minha permanência lá. Quando fui embora ela se despediu de mim e ficou contente de agora terem alguém de confiança pra chamar quando o PC desse algum problema novamente. De propósito, deixei mais um cartão com ela dizendo que se ela tivesse alguma amiga pra me indicar, eu ficaria eternamente grato.
Quando eu estava indo embora o marido me mandou mensagem dizendo que a esposa me elogiou, dizendo que eu era educado e parecia de confiança, ele estava muito eufórico.

No dia seguinte a esposa me mandou uma mensagem me perguntando se eu também trabalhava com celular, pois alguém da família estava com problema, disse que tinha conhecidos de confiança, mas eu não trabalhava com celular.

O marido queria que eu voltasse na outra semana, me pediu pra eu sabotar o PC pra poder me chamar novamente. A esposa não entrou mais em contato, acho que ficou com receio de eu achar que ela era uma safada. Depois de alguns dias combinei com o marido e fizemos uma mudança pra esposa reclamar do PC e poder me chamar.

Combinei com o marido pra que desse uma desculpa pra esposa dizendo que esqueceu de me chamar, por 2 dias ele fez isso, até que ela me mandou mensagem e pediu pra eu ir o mais rápido possível, combinei para o ir no outro dia pela manhã. Falei para o marido e ele disse que estaria no trabalho, que ela estaria sozinha em casa, o filho também estaria no trabalho, achei maravilhoso, ia ficar sozinho com ela, eu comecei a ficar com tesão, achei que realmente poderia rolar alguma coisa.

Cheguei no apartamento deles, o porteiro lembrou-se de mim, interfonou e eu subi. A esposa me recebeu de forma mais amigável, mas de forma discreta, sem me passar qualquer segunda intenção, me ofereceu um café e disse pra eu ficar à vontade. Ela não ficou próxima como eu achei que ficaria, ela manteve distância, ficou na cozinha, vinha de vez em quando me perguntava se eu precisava de algo e voltava pra cozinha, isso me esfriou um pouco.
Acertei o PC pra voltar ao normal e disse que havia resolvido, ela me falou que o marido acertaria o pagamento, pra eu falar com ele.

Ela me perguntou onde ficava minha assistência, quando eu falei o endereço ela disse que sabia onde era, e que passava próximo às vezes, na hora já convidei para um café quando ela estivesse na região, ela brincou dizendo que eu gostava de um café, quando eu disse que amava café, ela me convidou para tomar outro antes de eu ir embora, entendi como um sinal de que ela queria que eu ficasse mais um pouco.

O que posso afirmar é que, mesmo já tendo experiência com casais, já ter passado por aventuras, ainda fico na dúvida se é educação da pessoa ou se realmente existe uma vontade de transar e gozar com outra pessoa. Eu fico sempre com medo de ir “com muita sede ao pote” e entender errado. Costumo ir avançando aos poucos entendendo e buscando os sinais que possam confirmar o interesse da mulher.

Pois bem, quando estávamos tomando o café, fiz vários elogios ao café, à casa, à ela, disse que fui tratado por ela e o marido de forma diferenciada, me senti como um amigo e não um prestador de serviço.

A esposa me disse que sentia o mesmo da minha parte, que sempre fui gentil e que sentiu confiança em mim, por isso me chamou sem o marido estar presente (nessa hora é que fiquei com o pé atrás, será que estou entendendo errado? Será que a mulher só sentiu confiança? E se eu avançar e ela achar que sou um tarado? Tudo isso começou a passar pela minha cabeça), falei pra ela tomar cuidado, pois ela sendo uma mulher tão atraente e charmosa, certamente pessoas poderiam fazer mal a ela.

Com esta conversa ela começou com aquele charminho: “você realmente me acha charmosa?” e assim nossa conversa começou a esquentar, elogiei o corpo dela, disse que ela tinha um sorriso lindo, coisas que funcionam quando você quer provocar sem ser vulgar, sem chamar uma mulher de gostosa, eu prefiro esse tipo de abordagem.
Continuamos com esses elogios, mas não avançamos além disso. Reforcei o convite do café, disse que seria um prazer recebe-la na assistência e ela me disse que passaria sim por lá, fui embora, acho que não era o que nenhum de nós queria, mas não quis arriscar.

A manhã toda o marido ficou me mandando mensagem, queria saber de tudo que estava rolando, todos os detalhes, eu nem respondi pra não perder o foco na esposa, isso deixou ele doido. Quando eu sai da casa eu telefonei pro marido e contei todos os detalhes, depois ele me contou que foi ao banheiro da empresa bater uma punheta de tanto tesão que ele estava.

Alguns dias depois, estou trabalhando e recebo uma mensagem da esposa me perguntando se à tarde eu estaria lá que ela passaria com o filho para eu avaliar um notebook. Confirmei que estaria lá o dia todo. Para minha surpresa em meia hora ela chega sozinha, a mensagem era pra saber se eu já estava lá. Eu trabalho sozinho, quando saio pra atender clientes eu fecho a assistência.

Convidei-a para o café, ela estava toda sorridente, mas nervosa, as mãos dela estavam geladas. Ela sentou, servi o café, disse que era uma surpresa maravilhosa ela aceitar meu café e aparecer. Ela me disse que não tinha certeza do que estava fazendo, e estava indo por impulso, que era para eu não fazer nenhum juízo depreciativo dela.
Como eu sabia que era o marido que estava empurrando-a para ser liberal, não estava entendo bem aquele assunto, mas fui dando corda, eu queria saber exatamente o que ela estava pensando de tudo isso.

Penso o seguinte: No mundo liberal não existe traição, por que o casal sabe exatamente o que está acontecendo com o seu parceiro, ninguém está engando ninguém, então não é traição, é de comum acordo o relacionamento de seu parceiro(a) com outra pessoa.

O que a esposa queria me dizer é que ela não era uma vagabunda, uma puta, o marido havia liberado ela para outros relacionamentos, ela queria experimentar, estava muito curiosa já que o marido tinha liberado e até incentivado ela a se relacionar com outro homem, ela tinha medo e vergonha de que eu a vulgasse como uma puta, mas só queria experimentar, sem julgamentos e queria saber se eu era este homem. Quando ficamos naquele papinho na casa dela tomando café, onde eu não avancei, ela se sentiu mais segura em tentar realizar comigo, ela percebeu que eu não achava que ela era uma vagabunda. Em nenhum momento eu revelei que minha ida na casa dela, foi armação do marido, isso ela nunca soube e nunca vou contar, é um detalhe que não faz mais diferença, se o marido contar eu confirmo.

Quando ela me revelou que era um fetiche do marido ver ela com outro, e que também era uma curiosidade dela se iria ser bom, se ela iria gostar, fechei a assistência, como faço com frequência, fui na direção dela, ela estava sentada, eu me ajoelhei entre suas pernas e a abracei, ela estava tremendo de nervoso, falei ao seu ouvido: “fica tranquila, não vou te machucar, sou discreto e sigiloso. Nossa intimidade só interessa a nós e seu marido, eu gostaria que nossa primeira vez fosse na frente dele”. Ela me pediu que, pelo menos uma preliminar a gente tivesse ali naquela hora.

Nos beijamos muito, com muito tesão e desejo, fui tirando a roupa dela, ela com vergonha do corpo normal de uma mulher dona de casa, preocupada com algumas gordurinhas e celulites, a cada peça que eu tirava, cada curva que eu conquistava, eu fazia um elogio, ela foi se soltando até que cheguei na bucetinha, linda, cheirosa, depilada e deliciosa. Comecei a chupar e ela ficou com muito tesão, comecei a filmar e falei pra ela, vou mandar para o seu marido, ela pensou um pouco e disse: “Manda”, incrível que ela se soltou ainda mais.

Quando o marido recebeu aquele filme ficou doido, me ligou, eu atendi e deixei no viva-voz pra ele ouvir a esposa gemendo. Ela perdeu o controle, falou que queria transar ali mesmo que não ia sair dali sem que eu fizesse ela gozar, como o marido estava no telefone, eu mandei ver, coloquei ela de 4 numa cadeira e coloquei meu pau na entrada da buceta, dei umas pinceladas e ela movimentou o quadril para trás e meu pau entrou todo de uma vez, nem eu esperava, ela estava sedenta de tesão, eu tampava a boca dela pra não fazer muito barulho, aumentei a música que deixo tocando pra ninguém ouvir, o marido correu para o banheiro da empresa e gozou na hora, ele me falou depois, molhou toda a roupa de tanto que gozou.

Eu e Márcia gozamos mais algumas vezes antes da gente parar, não sou nenhum garoto, mas aquela transa foi intensa, dei o meu melhor, mudamos de posição dentro do que foi possível dentro de uma assistência técnica.
Márcia se vestiu, se limpou como deu, se perfumou para tirar o cheiro de sexo que estava em seu corpo e foi embora
Combinamos de eu ir no outro dia no apartamento deles, dessa vez o Claudio estaria presente e ia participar ao vivo de mais uma transa, agora seria a vez do Claudio realizar seu fetiche, ver sua esposa sendo fodida ao vivo e à cores, mas isso eu conto no próximo…

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