Enfim o Meu Primeiro Anal

Olá tudo bem, me chamo Leticia 20 anos, loira, caucasiana, olhos castanhos, seios tamanho M, 1,65 de altura – um pouco baixa, eu sei 🙁 –

sendo bem rígida com a minha alimentação e com exercícios, tenho um corpo bem escupido com coxas grossas, seios bumbum durinho.

Venho relatar – na verdade desabafa – sobre a minha “primeira vez”, não foi uma experiencia muito interessante ou prazerosa para mim, mas imagino que vocês irão apreciar – bando de sádicos rsrs.

Na época eu estava no terceiro colegial, sempre fui uma aluna aplicada e esforçada mas física era o meu calcanhar de aquiles – Sério, durante o primeiro e segundo colegial eu passava raspando em recuperações – No terceiro ano no entanto, um novo professor daria essa matéria: Sergio.

Sergio estava na casa dos 30, era alto – algo como 1,85 – cabelos escuros, caucasiano e com um olhar de sonso estampado no rosto. Mas era só o olhar mesmo, pois de sonso ele não tinha nada.

O Professor passou o primeiro semestre inteiro me observando pelo canto de olho, me mandava sorrisos desconcertantes e não perdia a chance de tentar puxar assunto comigo nos corredores.

Ele até era bonitinho, mas a situação toda era estranha pra mim.

Sergio era casado, devia ter uma filha com a minha idade. E eu também namorava na época e tinha um conceito de fidelidade bem mais “rígido” do que hoje rsrs

Mas naquele ano a situação estava mais complicada como jamais esteve, eu tinha tirado 2 na primeira prova e logo em vésperas da segunda já nítido que eu não iria me sair muito melhor.

Com o desespero batendo e a ansiedade tomando conta de mim, Sergio se aproveitou e me chamou para conversar após a aula, para discutirmos “estratégias de recuperação”

Foram as 3 horas de maior indecisão e nervosismo da minha vida. Eu sabia onde aquela “reunião” iria chegar, estava nítido qual seria a proposta. Não, eu não ia aceitar aquilo. Eu sou capaz, pensei, vou me esforçar, estudar até de madrugada e recuperar o tempo perdido! Eu tenho dignidade, não vou me vender assim! E exatamente 4 horas depois… lá estava eu embaixo da mesa do professor, com o pau na boca e a dignidade indo embora a cada “sugada”. Então virou rotina, toda quinta-feira ele nos dava a ultima aula e quando o sinal tocava, eu tinha que esperar que todos fossem embora, depois nós subíamos até uma das salas vazias do terceiro andar e eu mamava a pica dele enquanto o mesmo corrigia provas e trabalhos. Sergio não era lá muito “potente”, bastava umas sugadinhas com bastante pressão na cabecinha, umas duas ou três lambidas nas bolas, uma chupetinha de 5 minutos e… bum! Explodia na minha boca.

Na época eu já estava habituada a engolir leite – meus primos me educavam diariamente quanto a isso – mas a porra do Sergio era intragável, muito pastosa e amarga… então eu simplesmente a cuspia em um copinho. Depois disso eu tinha que limpa-lo e só ai, a minha parte da nossa “estratégia de recuperação” estava feita rsrs

Depois disso era a vez dele de cumprir sua parte, minha nota estava garantida e tudo certo! Só sair para comemorar e beijar muito o namorado – o coitado estudava no período da tarde, então acabávamos nos encontrando no intervalo dele… se ele soubesse o tanto de leite de Sergio que ja passei na boca dele rs –

Tudo iria dar certo! ou assim, eu esperava né.

Na prova 2, ele me deu uma nota boa no diário de sala, acho que foi algo como um 9, o que me deu uma média boa.

Claro que no segundo semestre não foi diferente, religiosamente toda quinta-feira eu tinha que ajoelhar embaixo da mesa dele e mamar. Com o tempo, isso parou de ser um “fardo” e se tornou até algo divertido, eu caprichava bastante e comecei a testar técnicas diferentes que com os meus primos e namorado era impossivel de se fazer – isso por que meus primos preferiam sempre “meter” na minha garganta e me ver engasgar, enquanto com o meu namorado eu tinha que pagar de “boa moça” rsrs, então nada de mamadas caprichadas e molhadas pra ele –

Com o Sergio eu chupava e lambia suas bolas, puxava o saco dele com a boca até fazer aquele barulho gostoso e com o tempo passei até a engolir as “proteinas” dele rsrs

Só que dai veio a surpresa: Minhas notas começaram a baixar.

Logico que na quinta feira fui tirar satisfação, ele me dizia apenas confiar nele, que a coordenação tinha estranha a minha guinada positiva nas notas tão derrepente mas que se eu continua-se fazendo minha parte tudo daria certo. Tudo bem, resolvi deixar seguir.

Novamente no terceiro semestre minhas notas voltaram a cair, parecia que quanto melhor eu mamasse ele… pior minhas notas ficavam. Tivemos muitas discussões, onde ele me garantia que tudo estava sob controle.

Admito que de raiva, tentei sabota-lo algumas vezes rsrs

Dei umas chupadinhas bem cruéis na pica dele, deixando algumas marcas, na expectativa de sua esposa ver.

Mas aparentemente eles não deviam transar a anos, algo que eu deveria ter desconfiado pela quantidade exagerada de leite que eu tinha que drenar toda semana.

Em uma Quinta qualquer, no fim do terceiro semestre quando fui mamar como fazia toda semana, ele recusou, e disse que tinhamos que conversar.

Ele disse para mim, que eu iria reprovar de ano por causa de minhas notas. Eu fiquei muito irritada, disse que estava cumprindo a minha parte do acordo a risca toda quinta feira, nunca faltei e nunca fiz errado.

Ele disse que sim, mas que não era o suficiente e que teria que fazer uma “recuperação” para poder tirar boas notas no quarto semestre.

Perguntei o que ele queria de mim Рpensando que ele pediria para nos encontrarmos mais dias quem sabe Рmas ṇo era isso. Ele disse que eu teria que fazer sexo com ele.

O que me deixou horrorizada, eu era virgem! sequer tinha transado nem mesmo com meu namorado.

Eu disse não, que não perderia minha virgindade ali.

Então ele disse, que a unica alternativa era ele me enrabar.

Foi assim, morrendo de ódio e raiva que desci minhas calças e calcinha na altura das coxas e fiquei de 4 no chão. Ele cuspiu no meu cuzinho para “Lubrificar”. Obviamente eu não tinha outras opções. Eu pedi – praticamente implorei – para esperarmos até semana que vem, que eu traria lubrificante e poderíamos fazer com mais calma… mas é claro que não colou.

Teria que ser feito ali e agora.

“Seja gentil” – foi o que pedi.

“Não sou o corno do seu namorado, vai ter que aguentar como uma prostituta” – foi o que ele respondeu

Tentei apelar para o choro, implorando pra ele ser gentil… mas como eu viria a descobrir, isso serviu apenas para dar mais tesão pra ele.

Sua pica apesar de não ser muito grande era bem grossa, então quando a cabecinha dele encostou no meu cuzinho e começou a fazer pressão… eu não sabia onde me agarrar.

Eu quase berrei que não ia aguentar, que tava doendo…

Apenas para ele me tapar a minha boca com a mão, enquanto com a outra agarrou meus cabelos como uma rédea

e voltou a fazer pressão. A cada centímetro que a cabecinha dele entrava no meu cuzinho parecia que eu ia ser rasgada ao meio e quando finalmente entrou, eu já estava chorando de verdade pela dor.

Mas ele não me deu tempo para respirar, já foi socando todo o resto da pica em mim e sem demora começou a me estocar.

A Pica vinha e voltava lentamente, áspero era a palavra que eu pensava… parecia que as paredes do meu cu vinham e voltavam junto a rola!

Os meus gritos de desespero e dor eram abafados pela mão dele, enquanto o mesmo começou a estocar forte, as bolas batendo com força na minha bunda.

“aguenta sua vagabunda, eu sei que você aguenta, para de frescura” – Ele sussurrava no meu ouvido

Ele começou a meter tão forte e rápido que os as estocadas passaram a ficar quase que impossíveis da minha cabeça registrar. a dor estava começando a diminuir e eu estava sentindo algo diferente por dentro… minha pepeca estava molhada. Mas claro que ele não se importou com isso. Ele me enrabou com força por o que pareceu para mim uma eternidade, e finalizou com uma gozada dentro. Enquanto gozava ele falava coisas desconexas no meu ouvido, como “Gostosa”, “Putinha”, “Vagabunda”, “Isso que você merece… toma ai…”

Quando recuperamos o folego, nos vestimos completamente em silencio, eu não conseguia – e nem queria – encara-lo nos olhos. Não nos despedimos, apenas… fui embora.

Na semana seguinte eu fui para a escola bem esperançosa. Eu estava realmente destruída: meu cuzinho estava em chamas a dias. A Boa noticia no entanto, foi a de que fui aprovada na matéria.

Depois disso, Sérgio pediu demissão da escola, talvez tivesse medo de ter ido longe de mais se que eu o denunciasse… bom, não importa, afinal… eu me formei rsrs

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